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A Cosan, maior grupo sucroalcooleiro do Brasil, encerrou o seu primeiro trimestre fiscal da temporada 2010/2011 com receita líquida de R$ 3,99 bilhões, crescimento de 12,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A Cosan encerrou o mesmo trimestre do ano anterior com receita de R$ 3,56 bilhões , informou a companhia.
A receita líquida no açúcar atingiu R$ 829,3 milhões no trimestre, um aumento de 27,4 % em relação ao mesmo período da safra passada, afirmou a companhia, ressaltando que as operações da Nova América foram consolidadas somente a partir de junho do ano passado.
A receita cresceu apesar de uma queda nos volumes comercializados, com preços melhores do produto neste ano. A Cosan comercializou 932,4 mil toneladas (sendo 635 mil para o mercado externo), ante 988 mil toneladas no primeiro trimestre da temporada passada.
No etanol, a receita líquida foi de R$ 356,9 milhões no período, 25,6% inferior ao primeiro trimestre da safra passada, com uma acentuada queda nos volumes comercializados, para 454 milhões de litros, ante 756 milhões de litros na mesma comparação. O faturamento da divisão de distribuição de combustíveis foi de R$ 2,8 bilhões no trimestre, 13,8% superior em relação ao mesmo período do ano passado.
Em lubrificantes, as vendas representaram R$ 201,7 milhões nos primeiros três meses do ano fiscal, um aumento de 34,1% em relação a 2009.
CPFL
A CPFL inaugura, na segunda quinzena de agosto, seu primeiro projeto de cogeração de energia a partir da cana-de-açúcar em parceria com uma usina sucroalcooleira. Localizada em Pirassununga (SP), a Usina Baldin consumiu investimentos de R$ 104 milhões da CPFL e terá uma capacidade instalada de 45 MW, das quais a CPFL poderá comercializar o excedente de 30 MW. O restante da energia produzida é consumida no funcionamento da própria usina. Segundo Marco Antonio Siqueira, diretor de Planejamento e Comercialização da CPFL Energia, a expectativa é de que a usina entre em operação com produção entre 14 e 15 MW e em 2014 atinja 26 MW.
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